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Como abrir um restaurante em Portugal: licenças, custos e que programa de faturação escolher

Guia para abrir um restaurante em Portugal — licenciamento, HACCP, custos, equipamento de sala e cozinha, e que programa de faturação e POS usar (XD Rest) com apoio local.

Publicado em 15 de junho de 2026 · Actualizado a 15 de junho de 2026

Abrir um restaurante em Portugal envolve mais do que a carta e a cozinha: há licenciamento do espaço, regras de segurança alimentar e um programa de faturação certificado que tem de estar a funcionar no dia em que abres a porta. Este guia mostra o caminho e onde tens de gastar.

Se já estás a escolher o sistema, vê o programa para restaurante ou o guia geral de programa de faturação.

1. Os passos para abrir um restaurante

  1. Abrir atividade nas Finanças (empresa ou nome individual) com o CAE de restauração.
  2. Licença de utilização do espaço para restauração e bebidas, na câmara municipal.
  3. Segurança alimentar (HACCP) — plano de higiene obrigatório, com controlo de temperaturas e rastreio.
  4. Esplanada, se aplicável — licença de ocupação de espaço público.
  5. Equipamento de cozinha e sala — incluindo o sistema de POS com faturação.
  6. Programa de faturação certificado instalado e configurado antes da abertura.
  7. Formação da equipa de sala e cozinha.

2. Quanto custa (em traços gerais)

As rubricas pesadas num restaurante:

  • Obras e cozinha — extração, equipamentos de frio e confeção; a maior fatia.
  • Sala — mobiliário, loiça, decoração.
  • Sistema de venda — POS de sala, comandas/tablets, impressora de cozinha, gaveta e o programa.
  • Licenças, HACCP e seguros.
  • Stock inicial e fundo de maneio.

No sistema de venda, o que separa um arranque tranquilo de uma dor de cabeça não é o preço da licença — é a integração entre sala, cozinha e faturação, e teres quem instale e apoie localmente.

3. É obrigatório ter programa de faturação certificado?

Sim, para praticamente qualquer restaurante. À data de publicação, o software certificado pela Autoridade Tributária (AT) é obrigatório com contabilidade organizada, acima de 50.000 €/ano de volume de negócios, ou se usas qualquer programa informático para faturar — o que cobre todos os restaurantes com POS. Usar software não certificado expõe a coimas de 1.500 € a 18.750 €. Regra: só com número de certificação AT nos talões. Detalhe legal em faturação certificada.

4. Que programa de faturação e POS escolher

Num restaurante, o programa tem de dar conta de mesas, divisão de conta, envio de pedidos para a cozinha e fecho rápido — e continuar a faturar se a internet falhar em hora de ponta. As perguntas certas:

  • Certificado pela AT? (obrigatório)
  • Gere mesas, salas e pedidos para cozinha (KDS)?
  • Funciona offline? Numa noite cheia, não podes parar.
  • Liga ao hardware — impressora de cozinha, Cashlogy, tablets de comanda?
  • Tens apoio local para arranque e formação?

Vais ouvir falar de XD Rest (XD Software), Vendus, WinRest e Moloni. Para restauração com cozinha, instalamos tipicamente o XD Rest: é local, gere salas e cozinha, e integra o hardware todo. Comparação completa: programa para restaurante e o resumo XD vs Vendus vs WinRest.

Viste o programa que outro restaurante usa e gostaste? Se for XD, somos Centro de Competência XD — instalamos, migramos e apoiamos localmente. Se for outro, comparamos com franqueza e dizemos se compensa mudar.

Em resumo

Abrir um restaurante é tratar de licenças, HACCP, cozinha e — sem falhar — de um programa de faturação certificado integrado com sala e cozinha. Resolve-se bem com um parceiro local que instala, liga ao hardware e aparece quando é preciso: análise do teu espaço, proposta com licença XD, hardware e instalação numa folha só, presencial no Norte e remoto em todo o país.

Queres discutir como isto se aplica ao teu negócio?

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